Temas Relevantes para a Segurança Pública
Temas 1: "Combate ao Crime Organizado no Brasil: sugestões e práticas efetivas"; Tema 2: Estado Paralelo: crime organizado e insurgência criminal no Brasil".
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Um estudo da Esfera Brasil revela que as organizações criminosas podem faturar cerca de R$ 335 bilhões apenas com o fluxo ilegal de cocaína no Brasil, o equivalente a 4% do PIB do país. #CNNBrasil -
Brazilian Times: Relatório revela que os 18 brasileiros presos em MA por tráfico de armas e Fentanil entraram no país com visto:
Hospital Santa Monica: O poder devastador do Fentanil:
https://hospitalsantamonica.com.br/o-poder-devastador-do-fentanil/
BBC NEWS: Fentanil: como funciona o tráfico da droga que causa onda de overdose nos EUA:

Um estudo da Esfera Brasil revela que as organizações criminosas podem faturar cerca de R$ 335 bilhões apenas com o fluxo ilegal de cocaína no Brasil, o equivalente a 4% do PIB do país. #CNNBrasil -
Número de organizações criminosas no Brasil:
Dados da Secretaria Nacional de Políticas Penais – SENAPPEN e Fórum Brasileiro de Segurança Pública/Esfera Brasil
De acordo com um relatório da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) divulgado em dezembro de 2024, o Brasil possui 88 organizações criminosas em atividade. O estudo revelou que 91% dessas facções possuem poder financeiro independente, operando sem apoio externo, e 98% estão presentes em pelo menos uma unidade prisional.
Outro levantamento, realizado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pela Esfera Brasil, identificou a existência de 72 facções criminosas ligadas ao narcotráfico no país, sendo que duas delas possuem atuação transnacional: o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Aqui destaco um detalhe importante. A manipulação de dados de pesquisas no Brasil é algo muito frequente, principalmente em se tratando de estatísticas contrárias aos interesses de grupos econômicos ou de partidos políticos que demandam pesquisas. O Esfera Brasil é intimamente ligado ao Partido dos Trabalhadores – PT, o mesmo se aplicando ao site 360, que costumam produzir dados ligados à Segurança Pública no Brasil.
Porém, justificam que as disparidade nos números podem ser atribuídas as diferentes metodologias e critérios utilizados nas pesquisas. Além disso, de fato, a dinâmica do crime organizado no Brasil é complexa, com facções que operam em níveis local, regional e nacional, o que pode influenciar as estimativas.
Os estados do Nordeste apresentam a maior concentração dessas organizações, com destaque para a Bahia, que lidera em número de facções identificadas.
A presença dessas facções tem impacto significativo na segurança pública, com estimativas indicando que cerca de 23 milhões de brasileiros vivem em áreas sob influência direta de facções e milícias.
As principais facções criminosas do país incluem o Comando Vermelho, o Primeiro Comando da Capital (PCC), a Família do Norte e o Terceiro Comando Puro. Essas organizações estão envolvidas em atividades como tráfico de drogas, armas, assaltos a bancos e sequestros.
A expansão dessas facções é um desafio contínuo para as autoridades brasileiras, exigindo estratégias integradas de segurança pública e políticas sociais para conter sua influência e reduzir a violência associada.
A minha opinião é que o termo “facção”, cunhado pelo Doutor Benjamin Lessing em diversos trabalhos acadêmicos, notadamente publicado no artigo científico intitulado: “Dossiê Segurança Pública: As facções cariocas em perspectiva comparativa”, disponível em: <SciELO Brasil – As facções cariocas em perspectiva comparativa As facções cariocas em perspectiva comparativa> é incorreto! Esse termo, também muito empregado e difundido pela mídia tradicional, descaracteriza as organizações criminosas, infundindo a falsa ideia de desorganização ou associações criminosas (Art. 288, do Código Penal Brasileiro – CPB) eventuais ou de baixo risco.

Um estudo da Esfera Brasil revela que as organizações criminosas podem faturar cerca de R$ 335 bilhões apenas com o fluxo ilegal de cocaína no Brasil, o equivalente a 4% do PIB do país. #CNNBrasil -
Bem vindos, irmãos!
Diante do colapso da Segurança Pública brasileira, incapaz de propor soluções efetivas ou de questionar medidas impostas unilateralmente por autoridades judiciárias, que restringem e limitam a atuação das forças de segurança, criando verdadeiros espaços territoriais para o crescimento exponencial da micro e macro criminalidades, acredito que esse debate surge em um momento oportuno.
As instituições estão inertes diante do vertiginoso crescimento do crime no Brasil. Alguns estados estão tomados por diversas organizações criminosas que ditam regras, impõem limites territoriais e controlam a vida e a economia de grandes comunidades.

Não se olvide que algumas organizações criminosas possuam agentes políticos e estatais atuando em seu benefício, maculando os valores democráticos e o estado de direito, que fundamentam a existência do próprio Estado. Nesse contexto, o Estado se torna refém prima-facie dessas organizações, atuando paralelamente e em conjunto, em benefício do crime.

É uma grande honra poder contar com a ajuda dos senhores para debatermos e apresentarmos sugestões para o combate ao crime organizado, um mal que compromete a paz, a estabilidade econômica, politica e social de diversas nações, criando, em seu estágio final, um Estado Paralelo.
Conto com a experiência, tirocínio e argúcia nos dois temas incialmente propostos.

Um estudo da Esfera Brasil revela que as organizações criminosas podem faturar cerca de R$ 335 bilhões apenas com o fluxo ilegal de cocaína no Brasil, o equivalente a 4% do PIB do país. #CNNBrasil
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